Costa Gravas é mesmo o mestre observador do sistema capitalista sobre os indivíduos, aqui neste caso dos bancários. O roteiro narra uma trama intrínseca à acidez no modus operandi da imoralidade, a corrupção em carne crua. Em outras palavras, testemunhamos uma trama simultaneamente ao apontar de dedo que Gravas coloca em nossas caras. Entreter e conscientizar (não no sentido piegas, panfletário da palavra) culminam em uma metáfora poderosa. Afinal, como é dito em dado momento do longa, somos todos crianças. Crianças crescidas. 4/5
Le capital / Costa-Gravas / 2012 / 114 min.
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