terça-feira, 15 de julho de 2014

A Alegria


É uma tristeza assistir A Alegria (trocadilho óbvio, mas imperdível). Como o filme ganhou tantos prêmios? Foi tão aclamado, lá em 2010? O que viram de interessante nesta peça desorganizada sobre o vácuo existencial da nova geração de jovens? Não. Não! O filme não é propositalmente inócuo para refletir o estado de espírito dos personagens assim como o tema. Um filme não precisa ser violento para falar sobre a violência, por exemplo. Pretensioso, aborrecido, arrastado e muito, mas muito teatral e vazio. Simplesmente sem significado algum. Sendo assim, a pergunta prevalece: por que tanto furor ao redor do filme? 1/5
A Alegria / Felipe Bragança e Marina Meliande / 2010 / 106 min.

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