É uma tristeza assistir A
Alegria (trocadilho óbvio, mas imperdível). Como o filme ganhou tantos
prêmios? Foi tão aclamado, lá em 2010? O que viram de interessante nesta peça
desorganizada sobre o vácuo existencial da nova geração de jovens? Não. Não! O
filme não é propositalmente inócuo para refletir o estado de espírito dos
personagens assim como o tema. Um filme não precisa ser violento para falar
sobre a violência, por exemplo. Pretensioso, aborrecido, arrastado e muito, mas
muito teatral e vazio. Simplesmente sem significado algum. Sendo assim, a
pergunta prevalece: por que tanto furor ao redor do filme? 1/5
A Alegria / Felipe Bragança e Marina Meliande / 2010 / 106 min.
A Alegria / Felipe Bragança e Marina Meliande / 2010 / 106 min.
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